Museu Correios, na Asa Sul: telégrafo, selos raros e entrada grátis
No Setor Comercial Sul, o Museu Correios guarda mais de 7 milhões de itens da história postal e telegráfica. A entrada é gratuita e até cachorro pequeno pode ir.

Foto: Almanaque Lusofonista/Wikimedia Commons (domínio público)
Procurando programa grátis e perto do Plano Piloto? O Museu Correios fica no Setor Comercial Sul, a poucos passos de quem trabalha ou circula pelo centro, e não cobra ingresso. Lá dentro estão telégrafos, caixas de coleta, uniformes de carteiro, maquetes de barcos e carros postais e uma coleção de selos que vai de 1843 até hoje.
- Onde
- SCS, quadra 4, bloco A, nº 256, Edifício Apolo, Asa Sul
- Quando
- Terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h
- Quanto
- Grátis, inclusive para visita guiada
- Agendamento
- (61) 2141-9276 ou museu@correios.com.br
- Pets
- Cães de pequeno e médio porte, com até 60 cm, no colo ou na coleira
O que você vê lá dentro
São quatro galerias. Duas ficam nos 4º e 5º andares e são fixas: "Os sinais e as coisas: das fogueiras à internet" conta a evolução das comunicações no mundo e no Brasil, com ênfase na telegrafia. "ConECTados pelo tempo" mostra o serviço postal em três etapas: atendimento, tratamento e distribuição.
As outras duas, no 2º e no 3º andar, recebem mostras temporárias de artistas e projetos culturais, que ficam 45 dias em cartaz. Por isso o que está lá muda de uma visita para outra, e vale olhar a programação no site dos Correios.
O acervo tem peças que dão curiosidade só de ler: um livro da administração dos Correios da Bahia de 1798, o automóvel Ford 1927 que pertenceu ao Marechal Rondon e o selo Olho de Boi, de 1843, o segundo selo postal emitido no mundo, segundo o museu. A informação vem do site oficial dos Correios e da carta de serviços de 2026.
Regras que mudam a visita
- Pode entrar de bermuda, camiseta, chinelo e sandália. Sem camisa e traje de banho, não.
- Foto com celular e sem flash é liberada para uso pessoal. Tripé e iluminação artificial, não.
- Comida e bebida não entram nas galerias, e o museu informa que não há venda de lanche no momento.
- Nas exposições de curta duração, é proibido tocar nas peças, a menos que o mediador libere.
Se for com cachorro, leve saquinho e água, porque o museu não permite servir água dentro das galerias. Raças de guarda e de ataque, como pitbull e rottweiler, não entram, mesmo de focinheira. Vacina em dia é exigida e a carteirinha pode ser pedida na porta.
Visita guiada para grupos
Quer que um funcionário do museu explique as peças? A visita mediada é para grupos de pelo menos cinco pessoas, escolares ou não. O pedido sai por e-mail, com três dias úteis de antecedência, e o museu responde em até dois. Informe data, nome da instituição, telefone, número de visitantes e faixa etária.
Quem vai sozinho ou em dupla faz a visita livre, no ritmo que quiser, sem agendar. Em frente e ao lado do prédio há estacionamento público para carro, moto e ônibus. O fim de semana abre mais tarde, às 13h, então não chegue de manhã no sábado.


