Divas do Samba tem samba grátis e feira de mulheres na Caixa Cultural
Dois dias de roda de samba, choro e DJ na área externa da Caixa Cultural, com feira de dez marcas de empreendedoras do DF e entrada gratuita.

Foto: Thaís Mallon/Divulgação/Pexels
Se o seu fim de semana ainda está em branco, o estacionamento da Caixa Cultural vira palco no sábado (26) e no domingo (27). O Festival Divas do Samba ocupa a área externa das 14h às 20h nos dois dias, com roda de samba, choro, DJ e feira. É de graça.
O recorte é o mesmo desde que o festival nasceu: mulher no palco e mulher atrás dele, da produção à feira. A organização espera até 2 mil pessoas por dia, e classificação é livre, então dá para levar criança.
O que toca no sábado
A tarde abre com DJ e vai esquentando até a roda. Se você só puder ir num horário, chegue às 17h: é quando a roda de samba pega.
- 14h: DJ Cxxju
- 15h: Regional Severinas
- 16h às 16h30: participação de Carol Nogueira
- 16h30 às 17h: DJ Cxxju
- 17h: roda de samba Samba da Passarinha
- 18h20: participação de Marcelle Motta
- 19h: encerramento da roda

O Samba da Passarinha comanda a roda do sábado, a partir das 17h. Foto: Divulgação/Festival Divas do Samba
E no domingo
O domingo troca o samba de roda pelo choro na primeira metade da tarde e volta para a roda no fim. O Choro Delas assume às 15h e o Samba Que Elas Querem fecha.
- 14h: DJ Savana
- 15h: Choro Delas
- 16h às 16h30: participação de Teresa Lopes
- 16h30 às 17h: DJ Savana
- 17h: roda Samba Que Elas Querem
- 18h20: participação de Maria Menezes
- 19h: encerramento da roda

O Samba Que Elas Querem fecha o domingo, com participação de Maria Menezes. Foto: Thaty Aguiar/Divulgação
A feira e o Espaço Acolher
Nos dois dias funciona uma feira com dez marcas do Distrito Federal tocadas por mulheres, das 14h às 20h. São joias, roupa, acessório e obra de arte, tudo autoral. Vale reservar meia hora para dar uma volta antes da roda começar, porque depois das 17h o fluxo aperta.
O festival também monta o Espaço Acolher, um ambiente para quem precisar de pausa no meio da programação. Foi pensado para pessoas neurodivergentes, com menos estímulo e lugar para descansar, mas está aberto a qualquer um que precise respirar um pouco.
A acessibilidade não para aí. Tem intérprete de Libras em todas as atividades, empréstimo de kit sensorial com protetor auricular e abafador, e equipe dedicada ao atendimento de pessoas com deficiência visual. A audiodescrição ao vivo acontece no sábado, das 17h às 19h.
A ideia é mais do que cantar e falar sobre o samba, mas também viver esse gênero musical tão brasileiro e importante para a população brasileira.Ellen Oliveira, idealizadora do projeto
Como pegar o ingresso
A entrada é gratuita, mas tem retirada de ingresso pelo Sympla, liberada desde 16 de setembro. O link fica no site da Caixa Cultural, em caixacultural.gov.br. Se for com o grupo todo, garanta os ingressos antes de sair de casa.
Para chegar, o endereço é o de sempre do Setor Bancário Sul: cerca de dez minutos a pé da Rodoviária do Plano Piloto, com metrô e linha de ônibus na porta. Quem for de carro divide o estacionamento com o próprio festival, que ocupa parte da área externa, então é melhor vir de transporte.
A casa emenda uma semana cheia: nesta quinta e sexta, o teatro do mesmo prédio recebe Sandra Pêra cantando Gonzaguinha. E no sábado, no Parque da Cidade, o Samba da Tia Zélia grava o primeiro audiovisual do grupo. Dá para fazer os dois no mesmo dia.
- Quando
- Sábado, 26, e domingo, 27 de setembro, das 14h às 20h
- Onde
- Área externa da Caixa Cultural Brasília, Setor Bancário Sul, quadra 4, lotes 3/4
- Quanto
- Grátis, com retirada de ingresso pelo Sympla
- Classificação
- Livre
- Como chegar
- Dez minutos a pé da Rodoviária do Plano Piloto; metrô e ônibus na região
- Acessibilidade
- Libras nas duas tardes, kit sensorial, Espaço Acolher e audiodescrição no sábado, das 17h às 19h
- Informações
- caixacultural.gov.br e (61) 3206-9448
Informações repassadas à redação pela assessoria.


