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Sábado, 17 de outubro · Brasília, DF Agenda da semana · @brasilia.indica
Brasília Indica
Serviço

Casa do Cantador, em Ceilândia: horário, cordelteca e endereço

O centro de cultura nordestina projetado por Niemeyer abre de segunda a sábado e guarda cerca de 1,5 mil cordéis. Veja como visitar.

Redação Brasília Indica· Cultura· · leitura de 2 min
Prédio de concreto da Casa do Cantador, com arcos curvos que descem até o chão e estátua de um cantador com viola no gramado à frente.

Foto: EuF / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A Casa do Cantador, em Ceilândia, abre de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O prédio de Oscar Niemeyer é o principal endereço da cultura nordestina no DF, com repente, cordel e forró.

Onde
QNN 32, Área Especial G, Ceilândia
Horário
Segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h
Contato
(61) 3378-5067 (geral) e 3378-4891 (gerência); casadocantador@cultura.df.gov.br
Programação
Instagram @casadocantadoroficial

O que você encontra lá?

Logo na entrada fica o Cantador Anônimo, estátua do poeta e escultor cearense Alberto Porfírio. Dentro, a Cordelteca João Melchiades Ferreira, aberta no fim de 2019, reúne cerca de 1,5 mil cordéis e livros, com painel de Valdério Costa e xilogravuras pelas paredes. O nome homenageia o autor do Romance do Pavão Misterioso.

  • Anfiteatro para 280 pessoas, ou 350 crianças, com música, teatro e mamulengo
  • Salas multiuso no térreo e no primeiro andar para oficinas, cursos e aulas de música
  • Sala de informações turísticas no térreo
Casa do Cantador, em Ceilândia, com a estátua do Cantador Anônimo. Foto: EuF / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Casa do Cantador, em Ceilândia, com a estátua do Cantador Anônimo. Foto: EuF / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Qual a história do lugar?

A Casa foi inaugurada em 9 de novembro de 1986 como ponto de encontro dos nordestinos e dos fãs de cultura popular. Recebe festivais de repentistas, encontros de forrozeiros e feiras de arte de Ceilândia. Já passaram por lá Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Xangai, Lia de Itamaracá, Irmãs Galvão e Zeca Baleiro.

É acessível?

O térreo, onde ficam as salas de leitura, não tem barreiras. As salas do primeiro andar têm elevador. No anfiteatro, a última fileira é reservada para cadeira de rodas, com acesso pelo nível da calçada. Há um sanitário acessível.

Os dados são da página oficial do espaço no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec). Horários podem mudar em feriados e dias de evento, então vale confirmar pelo telefone ou pelas redes antes de sair de casa.

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