Brasília de graça: 15 programas que não custam nada
Da missa da luz no Dom Bosco ao mirante da Torre de TV, a lista dos programas que cabem no fim do mês — todos sem cobrança de ingresso.

Foto: João Pavese/Pexels
Brasília tem fama de cidade cara, e em parte é justa: restaurante do Plano cobra caro, estacionamento de shopping cobra caro, ingresso de show cobra caro. Só que a cidade foi desenhada com uma quantidade absurda de espaço público — e espaço público, por definição, é de graça.
Estes são quinze programas que não custam nada além do deslocamento.
Arquitetura sem ingresso
- Catedral Metropolitana: entrada gratuita, e o melhor horário é o fim da tarde, quando o vitral de Marianne Peretti pega a luz baixa.
- Palácio do Itamaraty: visitas guiadas gratuitas, com agendamento prévio. Os jardins de Burle Marx justificam o passeio sozinhos.
- Congresso Nacional: visitação gratuita com guias; confira os horários no site da Câmara e do Senado.
- Praça dos Três Poderes: museu, pombal, o Lanterna e o vão que todo mundo já viu na TV — sem catraca.
- Santuário Dom Bosco: o vitral azul inteiro é o programa. Chegue no fim da tarde.
Ar livre
- Eixão do Lazer aos domingos e feriados.
- Parque da Cidade Sarah Kubitschek, com pista, quadra, sombra e feirinha.
- Parque Olhos d’Água, na Asa Norte, com trilha curta e lagoa.
- Ermida Dom Bosco, para o pôr do sol do outro lado do lago.
- Deck Sul e Pontão — o Pontão cobra estacionamento, mas caminhar pela orla não custa.
Cultura sem bilheteria
- Exposições gratuitas no Conjunto Cultural da República, na Caixa Cultural e, em boa parte da programação, no CCBB.
- Biblioteca Nacional de Brasília, que além do acervo recebe mostras e encontros.
- Feira da Torre de TV: entrar e circular é de graça; a conta só começa na praça de alimentação.
- Roda de samba de rua no Setor Comercial Sul e na Asa Norte, com chapéu passando — você paga o que quiser.
- Apresentações ao ar livre do Complexo Cultural da República e da Funarte, frequentes no calendário do DF.
O melhor programa gratuito da cidade é o céu. O resto é consequência.Dito popular candango — e desta vez é verdade


